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  • Os objetos digitais no PNLD 2014

    Estive hoje na em uma reunião de editores e autores de livros didáticos com representantes do MEC e do FNDE. O tema era o edital do PNLD 2014 e a grande novidade deste ano: os objetos digitais de aprendizagem.

    O edital possibilita que as editoras apresentem juntamente com o livro impresso um DVD contendo conteúdos multimídia que auxiliem na aprendizagem do aluno. Todo o conteúdo do DVD deve estar também em um site acessível via Portal do Professor.

  • Nossos alunos são leitores?

    De 2005 a 2008, desenvolvi pesquisa de mestrado sobre as práticas de leitura dos professores de português da rede estadual paulistana. Nesse trabalho, pude perceber que, em geral, os professores acreditavam que seus alunos de ensino médio não liam.

    Terminado o mestrado, decidi investigar as práticas de leitura dos alunos adolescentes: será que eles não leem mesmo? Se não leem, o que fazem para se distrair? Se leem, que livros escolhem por conta própria para ler em seus momentos de lazer? Consideram a leitura algo importante? Consideram-se a si mesmos leitores? E o que acham das leituras obrigatórias que devem fazer para a escola?

  • A cura do diário

    O hábito de registrar experiências e emoções através da escrita traz vários benefícios à concentração e até à pressão arterial e ao sistema imunológico.

    Além de funcionar como desabafo, a transformação de sentimentos em palavras escritas, a escrita em um diário faz com que a gente organize os pensamentos, determine prioridades, reconheça alterações de humor e acompanhe em detalhes o processo de amadurecimento pessoal. A psicóloga Rosemeire Zago (SP) orienta os pacientes a manter um diário de suas emoções. Nem todos colocam no papel o que sentem, mas, diz ela, ‘são esses os que obtêm maior controle sobre seus aspectos emocionais”.

    Leia mais em: Escrita saudável – Educar para Crescer.

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  • Antônia – Direção: Tata Amaral

    Brasil, 2006.

    “Existe um clichê segundo o qual no cinema brasileiro só se vê sertão, favela e gente pobre. Por isso nossos filmes não atrairiam o público predominante das salas, em sua maioria constituído por uma classe média que se imagina projetada nas ficções de matriz hollywoodiana. [...]

    Em primeiro lugar, nota-se a ambição bem-sucedida de fazer um filme popular que almeja um público além do frequentador de salas de shopping, a partir da escolha de um tema pop: quatro garotas da periferia de São Paulo, integrantes do grupo feminino de hip hop Antônia, sonham com o sucesso enquanto a realidade cumpre o papel de demolir seus ideais. [..]

  • Rap e educação rap é educação – Organização: Elaine Nunes de Andrade

    Editora Selo Negro, 1999.

    “Um livro que reúne textos de diversos educadores que focalizam o rap brasileiro. São abordadas questões históricas e teóricas acerca das origens do rap, inserido no movimento hip hop e, com a mesma ênfase, relatos de experiências práticas de sua utilização como instrumento pedagógico em escolas públicas, particulares e instituições não governamentais.”

    Grupo Summus

  • Contando história – Fazendo histórias – João Bosco Alves de Sousa

    Editora PUC-SP, Educ, 2007.

    “‘Ampliar e resgatar o número de apreciadores e leitores de cordel é um desafio aos poetas’. É assim que João Bosco encarou a árdua missão de, a partir de sua vivência como psicólogo social, voltar às suas raízes em Juazeiro do Norte, a fim de deixar emergir um sujeito-narrador que se desdobra à medida do mundo, em que a história/relato se desenvolve. O autor vai tecendo um texto interativo, permitindo uma triangulação – texto, autor, leitor –, ao analisar as questões ideológicas envolvidas na produção das narrativas dos cordelistas nordestinos. Além disso, demonstra a inserção desses sujeitos, desses poetas, que se articulam segundo uma determinada formação discursiva ou ideológica.”

    Fragmento da contracapa do livro.

    Livraria Cultura

     

  • Acorda cordel na sala de aula – Arievaldo Viana Lima

    Tupynanquim Editora/Queima-Bucha, 2006.

    “Veículo de fabuloso fomento à identidade regional, o cordel tem nas camadas populares seus mais constantes e fiéis consumidores, sendo através dos tempos valorizado e cultuado como a verdadeira e autêntica literatura nordestina, o livro de bolso do povo da região. [...]

    A importância de estudar o cordel em sala de aula está sendo enfatizado em projeto ousado e inovador, por título Acorda Cordel, coordenado pelo poeta popular, radialista, ilustrador e publicitário cearense Arievaldo Viana, nascido aos 18 de setembro de 1967, nos sertões adustos de Quixeramobim, terra que também viu nascer o beato Antônio Conselheiro.

    Sr Leitura

  • Pichação.com

    Dando prosseguimento a sua pesquisa de mestrado sobre os tipos gráficos da pichação, Gustavo Lassala desenvolveu este site para criar uma base de dados sobre pichação e discutir seu papel em nossa sociedade.

    Pichação.com

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  • Binho

    Binho Ribeiro é brasileiro e tem sua obra de arte de rua reconhecida em todo o mundo. É um dos representantes dos grafiteiros que tiveram trabalhos estampados em campanhas publicitárias de muitos produtos, como Nescau, Nike, Skol e Motorola, além de ter suas obras expostas em galerias de arte. Dessa forma, foi alvo de muitas críticas por parte dos artistas de rua, e é interessante mostrar aos alunos o trabalho dele para que tenham contato com o ponto de vista de um grafiteiro que vende sua arte.

    Flickr

  • Banksy

    Banksy é o anônimo mais famoso que existe. Este site traz fotos de parte de sua obra, politicamente engajada nas questões da violência urbana, discriminação e sobre a liberdade de expressão e opinião. Banksy é um grafiteiro inglês e tem trabalhos em muitas cidades do mundo. Site em inglês.

    Banksy

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