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  • Antônia – Direção: Tata Amaral

    Brasil, 2006.

    “Existe um clichê segundo o qual no cinema brasileiro só se vê sertão, favela e gente pobre. Por isso nossos filmes não atrairiam o público predominante das salas, em sua maioria constituído por uma classe média que se imagina projetada nas ficções de matriz hollywoodiana. [...]

    Em primeiro lugar, nota-se a ambição bem-sucedida de fazer um filme popular que almeja um público além do frequentador de salas de shopping, a partir da escolha de um tema pop: quatro garotas da periferia de São Paulo, integrantes do grupo feminino de hip hop Antônia, sonham com o sucesso enquanto a realidade cumpre o papel de demolir seus ideais. [..]

  • Radio Talk – Verdades que Matam – Direção: Oliver Stone

    EUA, 1988

    Um programa de rádio chama os ouvintes para expor seus problemas mais íntimos, atenuando assim sua solidão. Um desses ouvintes vai longe demais e sua insatisfação acaba se convertendo em violência.

    Em cartaz

  • Era do Rádio – Direção: Woody Allen

    EUA, 1987

    A “Era do Rádio”, filme dirigido por Woody Allen, é uma incrível viagem aos tempos do auge do rádio. O filme retrata a vida cotidiana de uma família norte-americana em 1943. Tudo que o rádio dizia as pessoas incorporavam. Todos tinham um programa favorito. Os vingadores mascarados agitavam a criançada e todos queriam ter o anel do vingador mascarado… As novelas, os programas de auditório, as transmissões ao vivo, as notícias sobre a guerra, as propagandas evidenciavam a época de ouro do rádio.

    Adoro Cinema

  • Os intocáveis – Brian de Palma

    EUA, 1987.

    Durante o período da Lei Seca nos Estados Unidos, um investigador de Chicago resolve combater o chefão da máfia Al Capone e o submundo do crime, contando com a ajuda de uma equipe de policiais incorruptíveis.

    Adoro Cinema

  • Ricardo III – Um ensaio – Direção: Al Pacino

    EUA, 1996.

    Neste filme, Shakespeare é apresentado em formato não convencional. À montagem teatral, o diretor e roteirista Al Pacino, ator veterano, intercala cenas de bastidores, como as discussões dos atores para a criação de suas personagens, e entrevistas com câmera na mão em Nova York. Usando como cenário o Cloister Museum, de Nova York, e o teatro Globe, de Londres, e um elenco de atores norte-americanos e ingleses dos mais consagrados, como Winona Ryder, Alec Baldwin, Kevin Spacey, Kenneth Branagh, John Gielgud, Kevin Kline, Aidan Quinn e Vanessa Redgrave, o drama Ricardo III torna-se assim acessível a um público maior do que no teatro convencional.

    Adoro Cinema

  • Amarcord – Direção: Federico Fellini

    Itália/França, 1973.

    O diretor italiano Federico Fellini focaliza, pelos olhos de um menino, a vida familiar, a religião, educação e política dos anos 1930, quando o fascismo estava em seu apogeu na Europa. Entre os personagens estão o pai e a mãe do garoto, sempre lutando pela sobreviência, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anticonvencional. Fellini por diversas vezes negou que Amarcord fosse um filme autobiográfico, mas confessou que há passagens semelhantes com situações por ele vividas em sua infância. O título do filme é uma referência à tradução fonética das palavras “mi recordo” (recordo-me) usada na região de Emilia-Romagna, na Itália, onde o diretor nasceu.

    Adoro Cinema

  • O homem que virou suco – Direção: João Batista de Andrade

    Brasil, 1981.

    Deraldo é um poeta popular que sai de Pernambuco e vai viver em São Paulo, onde sobrevive vendendo livretos e passando por diversos empregos. Não se adapta a nenhum trabalho e ainda é confundido com um homem que matou o próprio patrão. Quando fala em viver de poesia, recebe o incentivo das pessoas: “Vai trabalhar, seu vagabundo!” Deraldo resiste e luta para não ser “espremido” pela cidade grande e se tornar “suco”.

    Inter Filme

  • Prisioneiro da grade de ferro – Direção: Paulo Sacramento

    Brasil, 2003.

    Neste documentário, filmado dentro de uma casa de detenção, encontramos dois lados da realidade carcerária no Brasil. Um é o olhar dos próprios detentos e, o outro, a visão dos fatos criada pelo diretor por meio de pesquisa, leitura e entrevistas com carcereiros, jornalistas e detentos. Muitos dos presos são rappers, e em algumas cenas vemos a presença do rap no cotidiano do presídio, como forma de expressão e de reflexão.

    Adoro Cinema

  • Batalha: A guerra do vinil – Terpins Greco Estúdio

    Brasil, 2007.

    Animação feita em stop-motion para uma minissérie de 4 episódios, este trabalho brasileiro retrata um pouco da cultura hip hop nos seus diversos aspectos, como o rap, o grafite e o break (a dança). Os simpáticos personagens se envolvem num compeonato em que a disputa se resolve com a mente e com a música, numa batalha de DJs, MCs e break.

    Os episódios estão disponíveis no seguinte endereço eletrônico:
    A guerra do vinil. É só acessar e conferir.

  • Bom dia, Vietnã – Direção: Barry Levinson

    EUA, 1987.

    A história se passa em 1965, quando um DJ é recrutado para comandar o programa de rádio das Forças Armadas dos Estados Unidos no Vietnã. Irreverente, o rapaz agrada aos soldados, mas enfurece seu superior imediato, que, movido pela inveja, tenta prejudicá-lo. Graças à sua popularidade, o DJ consegue ser protegido pelos altos escalões.

    Adoro Cinema


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