Editora Selo Negro, 1999.
“Um livro que reúne textos de diversos educadores que focalizam o rap brasileiro. São abordadas questões históricas e teóricas acerca das origens do rap, inserido no movimento hip hop e, com a mesma ênfase, relatos de experiências práticas de sua utilização como instrumento pedagógico em escolas públicas, particulares e instituições não governamentais.”
Editora PUC-SP, Educ, 2007.
“‘Ampliar e resgatar o número de apreciadores e leitores de cordel é um desafio aos poetas’. É assim que João Bosco encarou a árdua missão de, a partir de sua vivência como psicólogo social, voltar às suas raízes em Juazeiro do Norte, a fim de deixar emergir um sujeito-narrador que se desdobra à medida do mundo, em que a história/relato se desenvolve. O autor vai tecendo um texto interativo, permitindo uma triangulação – texto, autor, leitor –, ao analisar as questões ideológicas envolvidas na produção das narrativas dos cordelistas nordestinos. Além disso, demonstra a inserção desses sujeitos, desses poetas, que se articulam segundo uma determinada formação discursiva ou ideológica.”
Fragmento da contracapa do livro.
Tupynanquim Editora/Queima-Bucha, 2006.
“Veículo de fabuloso fomento à identidade regional, o cordel tem nas camadas populares seus mais constantes e fiéis consumidores, sendo através dos tempos valorizado e cultuado como a verdadeira e autêntica literatura nordestina, o livro de bolso do povo da região. [...]
A importância de estudar o cordel em sala de aula está sendo enfatizado em projeto ousado e inovador, por título Acorda Cordel, coordenado pelo poeta popular, radialista, ilustrador e publicitário cearense Arievaldo Viana, nascido aos 18 de setembro de 1967, nos sertões adustos de Quixeramobim, terra que também viu nascer o beato Antônio Conselheiro.
Tradução: Cecília de Souza e Silva e Décio Rocha. Editora Cortez, 4ª edição, 2005.
“A investigação de um corpus constituído por fragmentos dos discursos publicitários e da imprensa — textos de menos prestígio e muito mais em contato com a vida cotidiana —, a abertura a um público diferente e a teorização mínima são escolhas propositais feitas por Dominique Maingueneau neste livro. Não se trata, na opinião do autor, de um procedimento de análise do discurso menos interessante, mas de uma maneira de mostrar que a análise do discurso se aplica a qualquer tipo de texto, que ela não é exclusividade dos estudantes e dos pesquisadores em letras, que ela não é mera técnica de comentário de textos, mas que se enraíza em conhecimentos linguísticos. É a atividade enunciativa que se encontra aqui em primeiro plano, e não como ocorre com frequência, o ‘conteúdo’ ou as estratégias retóricas.”
Contracapa do livro
Editora Mercado de Letras, 2000.
Artigo de Kátia Lomba Bräkling, contido na obra “A prática da linguagem em sala de aula – Praticando os PCNs”, de Roxane Rojo.
O objetivo do artigo é propor maneiras de desenvolver capacidades para o exercício intelectual do aluno, por meio do trabalho com artigos de opinião: “oferecer aos alunos uma proficiência que suponha escrever de maneira analítica, reflexiva e crítica, explicitando suas próprias opiniões a respeito de diferentes temas, com consistência e de maneira muito bem sustentada”(p. 223).
Editora Lucerna, 4ª edição, 2005.
Neste ensaio, contido na obra “Gêneros textuais & ensino”, a autora apresenta uma proposta pedagógica com diversas atividades em sala de aula com base em cartas, visando o desenvolvimento da linguagem e o aprimoramento da leitura. O aluno é levado a se interessar graças a uma seleção de temas e pode se aproximar e se envolver mais com a produção escrita do gênero de cartas, objetivando a publicação em mídia escrita. É uma interessante e enriquecedora proposta para ser trabalhada em sala.
Editora Ática, 1995.
Marcos Rey revela neste livro a experiência adquirida no rádio, na TV e no cinema, não só como roteirista, mas também como autor de sinopse e de argumentos. Um verdadeiro guia para a elaboração de roteiros de TV e cinema, o livro aborda desde a escolha de uma ideia até a realização final do roteiro.
Editora Contexto, 1999.
Este livro propõe procedimentos que permitem incorporar a programação da televisão como fonte de aprendizado e debates na escola. Um conjunto de discussões e um roteiro de atividades estão estruturados de modo a preparar o professor para trabalhar com a TV em sala de aula, com segurança e desenvoltura.
Editora Contexto, 2007.
Este livro foi pensado e desenvolvido para professores e apresenta ao educador a linguagem radiofônica como recurso pedagógico. Fundamental para todos os profissionais comprometidos com a educação.
Editora Ediouro, 2002.
Uma grande seleção de histórias enigmáticas que abrange um período de 3 mil anos de literatura feita sobre o tema. Desde os gregos até as narrativas mais modernas, o crime tem sido representado de diversas maneiras e é solucionado (ou não) por personagens astutos, que se tornaram referência para este tipo de história, como Sherlock Holmes, Poirot e Miss Marple.
Flávio Moreira da Costa faz ainda uma coleta de contos policiais de autores brasileiros conhecidos, como Rubem Fonseca, Marcos Rey e Monteiro Lobato, e outros não tão famosos mas certamente grandes escritores do gênero, como Luiz Lopes Coelho, Marçal Aquino, Medeiros e Albuquerque e Mafra Carbonieri.

