O portal, estruturado para atender alunos das escolas municipais do Rio de Janeiro, seus professores e as famílias, traz conteúdos jornalísticos textuais e interativos para auxiliar a prática do professor a respeito de diversas mídias (TV, internet, jornal etc.).
Esse site do Folha Online é atualizado durante o dia e apresenta fotos de acontecimentos no Brasil e no mundo. Ficam reunidos em álbuns organizados por dia e há uma seleção das principais imagens da semana. É possivel também visitar uma galeria virtual com exposições de fotos revelando o olhar, através das lentes, de diferentes fotógrafos brasileiros.
Que tal visualizar a primeira página de jornais de todo o mundo? Nesse endereço, podemos ler a primeira página de jornais publicados nos EUA, Ásia, Europa, África, Américas, Oriente Médio e Indonésia. Destaque para os jornais do Brasil: as manchetes dos grandes jornais nacionais estão todas disponíveis. Com base na impressão dessas primeiras páginas ou no trabalho em laboratório de informática, é possível elaborar atividades de comparação entre os destaques dados às mesmas notícias num mesmo dia, por diferentes jornais, além da realização de uma leitura das diferentes maneiras de compor a página, fotos e legendas. Se for possível, o professor pode promover uma atividade integrada com as disciplinas de língua estrangeira, inglês e espanhol. Assim, pode-se analisar como uma notícia internacional é publicada por um jornal do Brasil e noticiada no país em que ocorreu.
Editora Moderna, 3ª ed., 1997.
Este manual é mais do que um guia destinado a jornalistas – é um auxiliar prático e um tira-dúvidas para a elaboração e revisão de qualquer tipo de texto. Mostra como evitar os erros mais comuns do idioma, explica os grandes capítulos da gramática e ensina a preparar um texto com simplicidade, correção, elegância e estilo. Edição com os 100 erros mais comuns, expressões com ou sem crase e guia de pronúncia. É um bom ajudante para se ter na classe, pois pode auxiliar tanto o aluno como o professor.
Editora FTD, 2002.
A autora do livro é doutora em Linguística Aplicada ao Ensino de Línguas pela PUC-SP. Para ela, um dos objetivos principais da escola é possibilitar que os alunos possam participar plena e criticamente de práticas sociais que envolvem o uso da escrita. O texto é gostoso de ler e introduz os conceitos do gênero notícia aos poucos: há exemplos extraídos do jornalismo nacional e internacional, a conceituação do que é notícia, a apresentação da história da imprensa, a apresentação das marcas linguísticas presentes nesse gênero textual. Dessa maneira, a autora propõe que os alunos observem tanto o conteúdo – acontecimentos novos, reais, importantes – como as características do gênero.
Editora Contexto, 2002.
O trabalho com a linguagem jornalística em sala de aula é o foco deste livro. Assim, soluções para ensinar noções sobre a estrutura e a linguagem do jornal impresso, sobre o fotojornalismo e sobre como organizar um jornal escolar são apresentadas em inúmeras atividades, várias delas experimentadas por professores da rede pública. Ler um veículo com olhos críticos, saber analisá-lo (isto é, reparti-lo e estudá-lo) e mesmo produzir seu próprio jornal são experiências ricas, tanto para alunos como para professores.
EUA, 1994.
Nesse filme, são mostradas 24 horas na vida de Henry Hackett, editor regional de um tabloide de Nova York. Mesmo com a mulher grávida, um chefe que descobre estar muito doente e uma diretora à beira de uma crise nervosa, ele precisa ir atrás de uma história superquente, que possa se tornar um escândalo e vender muito jornal.
Neste site você encontra os links para grande parte dos jornais on-line de todo o país, divididos por estado. Assim você fica sabendo o que está acontecendo e o que é notícia em lugares bem diferentes do Brasil, desde o Rio Grande do Sul até o Amapá. Boa viagem e boas notícias!
Um site aberto para a publicação de jornais produzidos nas escolas, como o que vocês fizeram na seção Mão na Massa. Há algumas regras que devem ser seguidas e uma série de dicas para que o jornal fique atraente. Vale a pena dar uma olhada nas lições disponíveis. Em poucos passos, sua escola pode ter um jornal de verdade publicado.
Editora PUC-Rio/Desiderata.
Chefe da equipe fotográfica que cobriu a Guerra de Secessão nos Estados Unidos, Mathew Brady cunhou uma das mais felizes definições do fotojornalismo: “olho da história”. O livro A imprensa na história do Brasil chega para comprovar a tese. A começar pela capa, que estampa a dramática imagem da Tomada do Forte de Copacabana, em 1964, feita por Evandro Teixeira, lenda viva do fotojornalismo brasileiro, a edição organizada por Oswaldo Munteal e Larissa Grandi apresenta algumas das mais expressivas fotografias publicadas na imprensa brasileira durante o século XX. A edição acerta ao reproduzir não apenas as imagens, mas as páginas e projetos gráficos nos quais elas estavam inseridas. Do número 1 da Revista da Semana, primeiro periódico ilustrado com fotografias do país, publicado em maio de 1900, às revistas semanais contemporâneas, o livro dá destaque para o trabalho das revistas O Cruzeiro e Realidade e do Jornal do Brasil. Velhas poses de personagens ilustres, crimes hediondos, dramas cotidianos, política, rituais religiosos – está ali impresso um Brasil tão múltiplo como foram os olhares sobre ele.

