A página da Wikipédia em espanhol sobre o pintor Francisco de Goya traz muitas informações sobre a vida, a obra e o estilo de pintura de um dos mais importantes artistas da Espanha. Lá há um hiperlink para uma página sobre a sua série “Os caprichos”, que tem entre suas gravuras a intitulada “O sono da razão gera monstros”, que está na página 178 do livro do aluno. Artista importante para a formação dos artistas românticos e um dos idealizadores da estética do grotesco, fundamental para a compreensão do romantismo e das narrativas de terror e de mistério, Goya tem a obra e a vida extensamente detalhada nesse endereço.
Editora Ática, 2ª ed., 1987.
O professor e pesquisador de literatura brasileira apresenta neste pequeno livro uma síntese do que a teoria literária conceituou ao longo do século XX a respeito da narrativa, especialmente o romance. Todos os elementos de uma história são imprescindíveis para que ela se realize literariamente? Os que são dispensáveis para compreender a história são também desnecessários para o efeito de sentido que o autor pretendeu dar ou para a organicidade à narrativa? Neste trabalho, Dimas introduz o pensamento de autores como Tomachévski, Lukács e Bachelard para uma compreensão mais ampla da importância do espaço na narração.
Tradução: Vários. Editora Companhia das Letras, 2004.
Um coletânea de textos de diversos autores foi elaborada por Ítalo Calvino para compor este volume. Calvino busca no século XIX o período de constituição das narrativas fantásticas e de mistério, o que para o autor é uma das bases da literatura na modernidade. Como ele mesmo diz na apresentação do livro: “À nossa sensibilidade de hoje, o elemento sobrenatural que ocupa o centro desses enredos aparece sempre carregado de sentido, como a irrupção do inconsciente, do reprimido, do esquecido, do que se distanciou de nossa atenção racional. Aí estão a modernidade do fantástico e a razão da volta do seu prestígio em nossa época”.
Tradução: Celso Mauro Paciornik, Editora Iluminuras, 2008.
“O apelo do macabro espectral é geralmente restrito porque exige do leitor um certo grau de imaginação e uma capacidade de distanciamento da vida cotidiana. São relativamente poucos os que se libertam o suficiente do feitiço da rotina diária para responder aos apelos de fora, e as histórias sobre emoções e acontecimentos ordinários ou distorções sentimentais comuns dessas emoções e acontecimentos sempre ocuparão o primeiro lugar no gosto da maioria; com justeza, talvez, já que o curso dessa matéria sem nada de particular, constitui a parte maior da experiência humana.”
EUA, 1990.
Uma vendedora da Avon descobre um jovem que mora sozinho em um castelo, no topo de uma montanha. Mas, na verdade, o rapaz foi criado por um inventor que morreu antes de lhe dar mãos – no lugar delas, o estranho ser possui enormes lâminas. Isso o impede de se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos.
EUA, 2005.
Nessa animação, um jovem casa-se acidentalmente com uma noiva que já está morta e ele conhece o mundo dos mortos. E não é que o mundo dos mortos parece bem mais interessante que o mundo dos vivos? Será que o jovem vai querer voltar ao seu mundo?
Tradução: John Lee. Editora Rocco, 2006.
O autor desse livro é inglês e também escreve histórias em quadrinhos. Aqui ele conta a história de Lucy, uma garota que escuta ruídos estranhos vindos de dentro das paredes de sua casa. Ela tem certeza de que há lobos vivendo ali e que, se eles saírem, será o caos. Os pais não acreditam nela, até o dia em que as criaturas realmente aparecem.
Edgar Allan Poe
Adaptação e tradução: Ricardo Gouveia. Ilustrações: Júlio Mendonça. Ed. Scipione, 2003.
Essa edição reúne dois contos de terror publicados pela primeira vez em 1841. Os assassinatos da rua Morgue conta a história de um crime que abala Paris: uma velha senhora e sua filha, moradoras da rua Morgue, são barbaramente assassinadas sem nenhum motivo aparente. No segundo conto, William Legrand, que vive numa ilha, descobre um escaravelho de ouro e um criptograma que, decifrado, revelaria a localização de um tesouro enterrado. Coragem!
Editora FTD, 2003.
Essas narrativas fantásticas parecem novas versões dos mitos e das lendas antigos. Se antes as histórias ocorriam nos castelos e nas grutas, hoje elas mudaram para os shopping centers. Dos cavalos de batalha, deslocaram-se para os caminhões em autoestradas, mas o conteúdo é semelhante. Está lá o homem lutando contra a solidão e o escuro da noite. Ou o eterno confronto entre o Bem e o Mal.
Editora Rocco, 2006.
O livro traz 11 contos de terror que fazem qualquer um sentir um friozinho na espinha. A autora já trabalhou com ciência da informação e hoje produz textos e roteiros para diversos meios (jornais, publicidade, rádio, multimídia, hipertexto etc.). Em 1995 começou a publicar livros para crianças como Mamãe trouxe um lobo para casa, e a literatura infanto-juvenil se tornou uma grande paixão.

