Site desenvolvido pelos mestres em Educação Fabiano Silveira e Antônio Costa, explica o que é um RPG (role-playing game, na sigla em inglês, ou seja, jogo de representação) e de que maneira podem-se trabalhar em sala de aula as aventuras desse jogo de representação e imaginação. Nas palavras dos autores: “Este portal é fruto de um trabalho de pesquisa e da prática do RPG na sala de aula. Temos como objetivo operar como ponto de encontro para os professores sanarem suas dúvidas e trocarem experiências, ampliando, assim, o grupo de profissionais que utilizam os role-playing games como ferramenta pedagógica”.
Site em língua espanhola sobre o autor de “Dom Quixote”, com informações precisas sobre sua vida e sobre sua produção, além de um panorama do período, marcado pelo nascimento da narrativa moderna justamente com a obra citada de Cervantes (com a qual os estudantes tiveram contato no livro do aluno).
Para conhecer mais sobre essa e outras obras do autor, estão disponíveis no site uma série de endereços eletrônicos onde se pode visualizar e baixar obras de Miguel de Cervantes (em espanhol). Um bom incentivo para alunos e professores treinarem a leitura em espanhol.
Editora Ática, 4ª ed., 1989.
Livro de introdução às questões do foco narrativo, retoma brevemente as discussões sobre o assunto desde Aristóteles, passando por Platão, Hegel, Kayser, Henry James, Percy Lubbock, Jean Pouillon, Lefebvre, Barthes e Todorov, para chegar à tipologia proposta por Norman Friedman. Da tipologia deste, explica com o auxílio de exemplos o que é considerado um narrador onisciente intruso; um narrador onisciente neutro; o eu como testemunha; o narrador-protagonista; a onisciência seletiva múltipla; e a onisciência seletiva, entre outros. A leitura proporciona subsídios básicos para a análise do narrador e do foco narrativo em textos literários.
Editora Ática, 2ª ed., 1985.
Neste livro introdutório, a professora e doutora em Linguística Beth Brait procura reconstituir, de uma perspectiva crítica, as concepções de personagem que historicamente definiram esse elemento da narrativa na cultura ocidental. Além disso, a autora aponta diversos recursos utilizados na construção das personagens, dando ainda a palavra a escritores brasileiros que, por meio de entrevistas, discorreram sobre suas personagens e o processo de criação delas.
In: Estética da criação verbal. Tradução: Maria Ermantina G. G. Pereira. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1997.
Mikhail Bakhtin, neste capítulo de seu livro, faz uma breve reconstituição histórica do romance, dividindo o gênero, com base nos princípios estruturais da imagem do herói, em romance de viagem, romance de provas, romance biográfico e romance de educação ou formação. Para tanto, o teórico russo leva em consideração as relações entre um determinado princípio de estruturação do herói e os temas, as concepções de mundo e as composições presentes nesses gêneros de romances.
EUA, 2008.
O filme baseia-se na história de Júlio Verne. Na companhia do sobrinho e de uma guia islandesa, o geólogo Trevor Anderson sai em busca de seu irmão desaparecido. Os três caem no interior de um vulcão que os levará ao centro da Terra. Para retratar o universo pré-histórico de criaturas assustadoras, como piranhas voadoras gigantes e plantas devoradoras de homens, a história foi rodada em 3D.
playarte ou journey3dmovie(Inglês)
EUA/Inglaterra/Áustria, 1993.
D’Artagnan vai a Paris pensando em se tornar um mosqueteiro, como seu pai. Ao chegar lá, não obtém sucesso, pois os mosqueteiros do rei Luís XIII haviam sido dispersados pelo cardeal Richelieu, que pretendia dar um golpe e assumir o trono da França. Assim, D’Artagnan junta-se aos três inseparáveis mosqueteiros Athos, Porthos e Aramis para tentar impedir os planos do cardeal.
Editora Globo, 2008.
Pedrinho e uma expedição formada por Narizinho, Emília, Rabicó e Visconde de Sabugosa vão à caça de uma onça-pintada escondida na mata de taquaraçus, perto do Sítio do Picapau Amarelo. A turma arma a maior confusão entre os animais silvestres e os bichos saem correndo atrás das crianças – mas não conseguem pegá-las, porque os fugitivos colocam uma perna de pau de 4 metros de altura.
Tradução: Hildergard Feist. Editora Companhia das Letrinhas, 2003.
Jovem ansioso para viver grandes aventuras, Robinson Crusoé naufraga no mar do Caribe. Mas consegue chegar a uma ilha deserta, ao largo da costa venezuelana, e ali vive 27 anos, dois meses e 19 dias. Nesse tempo, ele passa por muitas provações, medo e fome. O livro traz muitas ilustrações e informações sobre o autor e sobre os séculos XV e XVI, época em que a história se passa.
Tradução: Marina Appenzeller. Editora Melhoramentos, 2008.
No ano de 1872, um cavalheiro britânico faz uma aposta milionária em que se compromete a realizar uma viagem ao redor do mundo em 80 dias. Ele e seu criado francês atravessam os mais variados e distantes países – que você pode conhecer por meio do texto do autor e de diversas ilustrações e documentos da época.
Há algumas opções no site da Livraria Cultura, como a versão da LP&M cujas traduções são boas e o custo para compra de um volume é baixo. Existe também uma versão bem simplificada da Scipione, essa mais indicada para alunos até os 11 anos. Os links são:

