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  • Galaxiabr – http://galaxiabr.vilabol.uol.com.br/

    Este site traz muitas informações sobre a literatura de ficção científica: seus principais autores, biografias, bibliografia, contos de ficção, livros. Um dos links leva o internauta para a história da ficção científica. Outro, bem interessante, leva para diversas previsões de Arthur Clarke sobre o futuro do nosso planeta e da humanidade, como a de que, no ano de 2020, a inteligência artificial chegará ao nível humano. A partir de então, haverá duas espécies inteligentes na Terra, uma delas evoluindo de modo muito mais acelerado do que a biologia jamais permitiria. Será?

    Galaxiabr

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  • ScifiBrasil – www.scifibrasil.com.br/historia/index.htm

    Este site conta a história da ficção científica, dando conta do hibridismo do qual ela nasce, num panorama que delineia de maneira bastante clara as bases literárias para o que se desenvolveu posteriormente no gênero da ficção científica. Voltando ao passado através da evolução da história da literatura, pode-se notar, desde épocas remotas, muitas narrativas nas quais o enfoque fantasioso predomina, quer sob a forma de feitos sobre-humanos de coragem física, quer de raciocínios especulativos de cérebros privilegiados, quer, ainda, de acontecimentos insólitos.

    ScifiBrasil

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  • Os melhores contos brasileiros de ficção científica – Organizador: Roberto de Souza Causo

    Editora Devir Livraria, 2008.

    Neste volume, estão 11 histórias, de Machado de Assis até o desconhecido Ricardo Teixeira. De 1882 a 1997, mais de cem anos de ficção científica feita por brasileiros, demonstrando que o gênero teve e tem um papel na representação da experiência brasileira, e merece um lugar no cenário das letras nacionais.

    Livraria Cultura

  • Jamais fomos modernos – Bruno Latour

    Editora 34, 1994.

    Em uma de suas páginas, o autor se pergunta: “Como poderíamos desencantar o mundo, se nossos laboratórios e fábricas criam a cada dia centenas de híbridos, ainda mais estranhos que os anteriores, para povoá-lo?” Poluição de rios, embriões congelados, buraco de ozônio, robôs munidos de sensores. O que explica o sentimento de pavor que eles nos causam? Os modernos não pararam de criar objetos híbridos sobre os quais se recusam a pensar. O antropólogo e filósofo Bruno Latour estuda a construção ideológica da modernidade e defende a tese de que o homem, até mesmo aquele que se autodenomina pós-moderno, mal chegou a ser moderno.

    Editora 34

  • O que é ficção científica – Bráulio Tavares

    Editora Brasiliense, 2ª edição, 1992.

    Escritor, poeta, compositor, teatrólogo, roteirista, estudioso da cultura popular, o paraibano Bráulio Tavares vive no Rio de Janeiro desde 1982. É pesquisador de literatura fantástica e ficção científica e escreveu diversos contos e livros sobre o assunto. A ficção científica foi considerada um tipo de literatura menor por décadas a fio, e hoje brilha nos livros de luxo, histórias em quadrinhos, na televisão ou no cinema. E é sobre esse mundo que o autor trata: um universo tão extenso quanto a mais ousada imaginação, que reúne Tarzan, E.T., Frankenstein, Metropolis, Gremlins, Mandrake, e combina a tecnologia, a ciência, a aventura e o fascínio.

    Livraria Cultura

  • Starcraft 2 – Produtora: Blizzard

    Starcraft é um jogo de estratégia em tempo real que se passa no futuro, no ano de 2499, quando a humanidade já extraiu todos os recursos naturais da Terra e viaja a outros planetas para continuar sua existência.

    A história principal acompanha a guerra entre três espécies galácticas: os adaptáveis Terrans, a consciência coletiva artrópode Zerg e os guerreios humanoides com tecnologia psiônica Protoss.

    Starcraft

  • Saneamento básico – O filme – Direção: Jorge Furtado

    Brasil, 2007.

    Num vilarejo fictício de descendentes italianos na Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul, os moradores decidem formar uma comissão e pressionar o prefeito para realizar uma obra de esgotamento no lugar. A prefeitura, porém, alega que não possui verbas para o saneamento, mas tem R$ 10 mil para fazer um filme de ficção. O dinheiro, do governo federal, será devolvido em breve se não for utilizado. Os moradores, que nem sabiam o significado da palavra “ficção”, escrevem um roteiro e começam a filmar uma história de ficção científica sobre um monstro que vive nas obras de construção de uma fossa.

    Saneamento básico

  • Blade Runner – O caçador de androides – Direção: Ridley Scott

    EUA, 1982.

    O filme descreve um futuro em que a humanidade inicia a colonização espacial, e são criados seres geneticamente alterados — replicantes — utilizados em tarefas pesadas ou perigosas nas novas colônias. Fabricados pela Tyrell Corporation como sendo “mais humanos que os humanos”, os modelos Nexus-6 são fisicamente idênticos aos humanos, porém mais fortes e ágeis. Devido a problemas de instabilidade emocional e pouca empatia, os replicantes são sujeitos a um desenvolvimento agressivo e têm um período de vida limitado a quatro anos.

    Warner Bros (Site oficial em Inglês)

    Wikipédia

  • Crônicas marcianas – Ray Bradbury

    Editora Globo, 2005.

    Ambientada num período que vai de 1999 a 2026, esta coletânea aborda um tema clássico da ficção científica, a colonização de Marte. Mas não há pistolas a laser nem discos voadores. O autor imagina um planeta semelhante ao nosso, habitado por seres que não são muito diferentes de nós: donas de casa marcianas que bebem “fogo elétrico”, colonizadores terráqueos que recebem comida congelada de icebergs voadores e um jardineiro que planta árvores em Marte, para inundar de oxigênio a atmosfera rarefeita.

    Globo Livros

  • Eu, robô – Isaac Asimov

    Ediouro, 2004.

    O autor recebeu o título de Grande Mestre da Associação Americana de Escritores de Ficção Científica e escreveu quase 500 livros. Esse volume traz nove histórias sobre a evolução das máquinas, desde os primitivos homens mecânicos mudos até a máquina que controlaria o mundo e tornaria obsoletos os seres humanos. São histórias independentes com um tema em comum: a interação dos humanos, dos robôs e a moral envolvida nesse processo. Eu, robô já virou filme.

    Ediouro


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