A ferramenta Fala Escola viabiliza a publicação de jornais escolares produzidos pelos alunos do Ensino Fundamental 2 (do 6º ao 9º ano). O conteúdo do jornal pode ser produzido em sala de aula ou em atividades extraclasse e cada escola tem seu próprio jornal, cuja coordenação pode ser de um professor, um grupo de alunos ou coordenação mista. A produção do jornal é integralmente realizada na escola, incluindo a diagramação e a editoração eletrônica. O jornal é enviado por internet ou correio ao Comunicação e Cultura, ONG promotora, que o imprime em até nove dias úteis e o retorna às escolas, por Sedex ou ônibus.
Site da ONG que defende jornalistas e colaboradores dos meios de comunicação, presos ou perseguidos por causa de suas atividades profissionais, e trabalha por sua segurança especialmente em zonas de conflito.
Editora Senac, 1997.
Este livro reúne textos de renomados repórteres. Audálio Dantas (também o organizador do livro), Caco Barcelos, Carlos Wagner, Domingos Meirelles, Joel Silveira, José Hamilton Ribeiro, Lúcio Flávio Pinto, Luiz Fernando Mercadante, Marcos Faerman, Mauro Santayana e Ricardo Kotscho contam a história de uma ou mais de suas mais consagradas reportagens. Seus métodos de investigação, a busca da informação e, principalmente, a confirmação em fontes e meios confiáveis e o tempo de trabalho dispendido na pesquisa. Estão no livro as estratégias usadas para contornar obstáculos na busca do fio que une duas ou três pistas que não passavam de pistas.
Editora Ática, 1993.
Numa abordagem didática, Oswaldo Coimbra, jornalista, escritor, pesquisador e professor da ECA-USP, apresenta as várias modalidades de texto e suas aplicações na imprensa escrita, sobretudo para o texto de reportagem impressa. Uma sequência de aulas que sistematizam didaticamente a estrutura dos textos de jornais e revistas, este livro é indispensável para estudantes, redatores e professores de oficinas e cursos de redação jornalística.
Editora Contexto, 2002
O trabalho com a linguagem jornalística em sala de aula é o foco deste livro. Aproximar e tornar possível ao professor em sala de aula o uso de expedientes técnicos e também linguísticos e semiológicos, que norteiam as linguagens verbal e visual dos jornais escritos. Assim, soluções para ensinar noções sobre a estrutura e a linguagem do jornal impresso, sobre o fotojornalismo e sobre como organizar um jornal escolar são apresentadas em inúmeras atividades, várias delas experimentadas por professores da rede pública. Ler tal veículo com olhos críticos, saber analisá-lo (isto é, reparti-lo e estudá-lo) e mesmo produzir seu próprio jornal são experiências ricas, tanto para alunos como para professores.
No site Memória Viva encontram-se algumas edições da revista semanal O Cruzeiro, uma das primeiras com circulação nacional. Durante a cobertura do suicídio do presidente Getúlio Vargas, que governava o Brasil em 1954, chegou a ter uma tiragem de 720 mil exemplares. No site, podemos consultar edições divididas por décadas, de 1920 até 1960, o que dá um bom panorama do cenário cultural e político do nosso país.
EUA, 1976.
Este filme mostra o grande poder do jornalismo. Bob Woodward e Carl Bernstein são dois jornalistas que desvendaram um caso de corrupção no governo norte-americano, na década de 1970, o famoso escândalo de Watergate, em Washington (EUA). O presidente na época, Richard Nixon foi desmascarado por causa de uma espionagem política e renunciou ao cargo. O roteiro do filme foi criado com base no livro escrito pelos dois jornalistas que, na época, trabalhavam no Washington Post, um jornal importante daquele país.
Editora Publifolha, 2005.
A autora é considerada uma excelente repórter pelos profissionais do meio. Neste livro, ela escolheu 11 reportagens publicadas nas duas últimas décadas para contar como elas surgiram, o processo de elaboração e algumas consequências de cada uma delas. É um exercício de grande serventia para os colegas dela de profissão, para os leitores e, especialmente, para estudantes.
Uma das lições que o livro ensina é a demonstração da enorme importância da atitude metódica na busca de informações, por meio de rotinas geralmente aborrecidas, como a consulta cotidiana ao Diário Oficial da União. E trata também de importantes temas éticos. Por exemplo: é legítimo para o repórter usar identidade falsa para obter informações? Ela agiu assim algumas vezes. “Quando a situação exige, digamos assim, instrumentos pouco ortodoxos de apuração, tomo minha decisão baseada nos seguintes quesitos: o assunto é de interesse público? É jornalisticamente relevante? A sociedade ganhará com a revelação desse fato?”, argumenta ela.
Editora Publifolha, 2006.
Este livro traz orientações gerais sobre a profissão e apresenta três jornalistas de renome que falam sobre suas carreiras e da profissão. Igor Gielow, Ricardo Feltrin e Roberto Gambini alertam para que os jornalistas não se achem superiores à notícia, afirmam que a internet é o futuro e falam sobre a importância das reportagens na formação do jornalista.
Editora Scritta, 1996.
A arte da reportagem reúne alguns dos melhores momentos do jornalismo. São textos de estilos variados, produzidos em épocas e países diferentes: 54 reportagens escritas por jornalistas que fizeram carreira ou dela rumaram para a literatura, como os escritores Charles Dickens, Jack London e Carlos Fuentes. De trabalhos de grandes repórteres brasileiros, o livro destaca reportagens de Euclides da Cunha, Carlos Azevedo, Caco Barcelos, José Hamilton Ribeiro e outros.

