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  • Ricardo III – Um ensaio – Direção: Al Pacino

    EUA, 1996.

    Neste filme, Shakespeare é apresentado em formato não convencional. À montagem teatral, o diretor e roteirista Al Pacino, ator veterano, intercala cenas de bastidores, como as discussões dos atores para a criação de suas personagens, e entrevistas com câmera na mão em Nova York. Usando como cenário o Cloister Museum, de Nova York, e o teatro Globe, de Londres, e um elenco de atores norte-americanos e ingleses dos mais consagrados, como Winona Ryder, Alec Baldwin, Kevin Spacey, Kenneth Branagh, John Gielgud, Kevin Kline, Aidan Quinn e Vanessa Redgrave, o drama Ricardo III torna-se assim acessível a um público maior do que no teatro convencional.

    Adoro Cinema

  • Sobre sites – Teatro – www.sobresites.com/teatro/

    Este site é um guia em constante atualização que indica uma grande variedade de sites sobre um determinado tema. Na seção “Teatro”, nesse endereço acima, é possível conferir muitos sites sobre teatro: companhias nacionais e internacionais, história do teatro, técnicas de iluminação, teatro físico, mímica, dança contemporânea, cursos e até circo. Caso os alunos queiram se aprofundar em algum dos temas durante o estudo deste capítulo, aproveite para indicar um dos sites aqui listados.

    Sobre sites

  • Resenha – Coordenação: Anna Rachel Machado. Eliane Lousada, Lília Abreu-Tardelli

    Editora Parábola, 2004.

    Muito utilizada nos meios acadêmicos, a resenha é um recurso utilizado para relatar um livro, um filme, uma peça teatral, um evento esportivo e textos diversos com um objetivo específico que pode ser promocional ou o conhecimento em si. Primeiro volume da coleção Leitura e produção de textos técnicos e acadêmicos, Resenha trata da leitura e produção de resenhas e abrange procedimentos desde a identificação inicial do contexto de produção e recepção até a avaliação e revisão final. Fundamental para o trabalho em sala de aula.

    Livraria Cultura

  • Coleção Aplauso – Teatro Brasil – Coordenação: Rubens Ewald Filho

    Editora da Imprensa Oficial, 2006.

    Lançada em abril de 2004, a Coleção Aplauso apresenta depoimentos biográficos e testemunhos da produção artística brasileira, com biografias de Irene Ravache, Cleyde Yáconis, Anselmo Duarte, João Batista de Andrade, Carlos Reichenbach, Ugo Giorgetti, Ruth de Souza, Gianfrancesco Guarnieri, Reginaldo Farias, Paulo José, John Herbert, Etty Fraser, Sérgio Viotti, Walderez de Barros, Ney Latorraca, Paulo Goulart & Nicette Bruno, entre outros, além de projetos especiais como “Sérgio Cardoso – Imagens de sua arte e Gloria in Excelsior”, sobre a extinta TV Excelsior. A coleção, coordenada por Rubens Ewald Filho, é referência para quem quer conhecer a história do teatro, do cinema e da TV brasileiros.

    Livraria Cultura

  • Jogos para atores e não atores – Augusto Boal

    Editora Civilização Brasileira, 1998.

    Diretor, autor e teórico, Augusto Boal é uma das referências do teatro brasileiro, principal liderança do Teatro de Arena de São Paulo nos anos 1960. Preso e exilado em 1971, Boal continuou a carreira no exterior, onde desenvolveu a estrutura teórica dos procedimentos do método teatral que ficou conhecido como Teatro do Oprimido. “Todo mundo atua, age, interpreta. Somos todos atores. Até mesmo os atores. Teatro é algo que existe dentro de cada ser humano…”, diz Augusto Boal. Esse livro sistematiza os exercícios utilizados pelo Teatro de Arena entre 1956 e 1971, que podem ser aplicados em psicologia, arte e educação, trabalhos sociais e políticos.

    Livraria Cultura

  • Sete minutos – Direção: Bibi Ferreira

    Roteiro: Antônio Fagundes. Brasil, 2003.

    Esse é o filme de uma peça que foi encenada em muitos teatros brasileiros. Imaginem a cena: um homem senta-se na plateia de um teatro e, no meio do espetáculo, estende as pernas e apoia os pés descalços no palco. O episódio aconteceu com o ator Antônio Fagundes na vida real e virou um dos bons momentos dessa comédia, que trata de uma noite em que um celular interrompe a apresentação de Macbeth. Irritado, o ator resolve fazer um acerto de contas com a plateia. O título, conta a diretora Bibi Ferreira, remete ao tempo de duração de um bloco de telenovela. Se os barulhos de celular, papel de bala, conversas, tosse incomodam quem está assistindo a uma peça de teatro, imagine como se sente quem está no palco.

    Europa Filmes

  • Impróprio para menores – Direção: Peter Bogdanovich

    EUA, 1992.

    No dia em que uma peça londrina vai estrear na Broadway, o diretor da companhia de teatro, um homem extremamente nervoso, não quer nem ficar na plateia. Em exibições anteriores, o elenco e a parte técnica tinham deixado o espetáculo virar um pesadelo e, agora, ele está torcendo para que o grupo pare de brigar e os atores fiquem unidos para representar uma comédia.

    IMDB

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  • O tesouro de Chica da Silva – Antonio Callado

    Editora Nova Fronteira, 2004.

    Esta peça, escrita em 1958, em dois atos, tem fundo histórico. A escrava Chica da Silva é a principal personagem, cercada por suas mucamas, também negras, que formam uma espécie de coro. Além dessas personagens, há outras importantes que atuam com elas: o amante de Chica da Silva, um mercador de diamantes, João Fernandes, o conde de Valadares, anti-herói, e outros brancos e negros que fazem parte do ambiente do Arraial do Tijuco (hoje, a cidade de Diamantina, em Minas Gerais) no século XVIII, tempo em que a história se passa.

    Ediouro

  • Piratas do Tietê – A saga completa – Livro 2 – Laerte

    Devir Livraria, 2007.

    Diversas histórias em quadrinhos de Laerte estão neste livro, como a do dia em que o Batman conheceu os Piratas e outras com a participação do Fantasma e de Fernando Pessoa. Como extra, há o texto da divertida peça teatral Piratas do Tietê, o filme, montada em 2003 e que conta a história de quando os Piratas tentaram fazer um filme para concorrer ao prêmio “Minhocão de ouro”.

    Devir Livraria

  • O homem do princípio ao fim – Millôr Fernandes (PNBE 2006)*

    Editora L&PM, 2001.

    Com este texto, o autor faz um grande painel da trajetória humana, de Adão até a bomba H, esmiuçando os seus sentimentos, medos, lutas e sua capacidade de criar e… destruir. Sua estrutura é como uma “colagem”: a peça se desenvolve com a inserção frequente de citações de autores consagrados como Shakespeare, Gonçalves Dias, Rubem Braga, Joyce etc. É o homem fazendo e contando a História.

    L&PM


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