Neste site somos guiados pela Graúna, uma ave da caatinga e criação do desenhista Henfil. Conhecemos as diversas seções e os eventos que acontecem no espaço da gibiteca (localizada no Centro Cultural São Paulo, na cidade de São Paulo).
Site mantido pelo Núcleo de Pesquisas Interdisciplinares da Escola de Comunicações e Artes da USP. O núcleo mantém um grande acervo de quadrinhos, e pode-se fazer uma pesquisa no site para verificar se um determinado gibi está no catálogo. Além disso, uma grande seleção de textos sobre pesquisas na área dos quadrinhos está disponível. O núcleo é coordenado pelo professor Waldomiro Vergueiro.
Neste site encontramos uma lista com muitos nomes de quadrinistas e desenhistas, como em uma enciclopédia. Ficamos conhecendo as revistas, a biografia dos autores e as personagens que criou.
Editora M Books, 2005.
Continuação de “Desvendando os quadrinhos”, este segundo livro preocupa-se em associar a arte sequencial à literatura e em traçar um cenário sobre como ela se comporta neste novo século. A discussão sobre as formas revolucionárias que as HQs tomam na internet é um importante ponto para o professor de Língua Portuguesa, que precisa se atualizar para estar à altura de todas as informações que os alunos dominam quando se trata de navegar na rede. Afinal, como é criar uma HQ com técnicas digitais e, depois, difundi-la nas páginas da web?
Ilustrador: Will Eisner, 2ª ed., Editora Devir Livraria, 2008.
O criador de The Spirit e professor da School of Visual Arts, de Nova York, escreveu princípios e reflexões sobre a arte sequencial, termo cunhado por ele. No livro, o renomado quadrinista argumenta, muitas vezes por meio de quadrinhos, como é possível unir texto e imagem para imitar ou exagerar a realidade, para causar reações nos leitores com técnicas típicas do gênero e até comuns ao cinema e aos desenhos animados. Saiba como usar técnicas simples e apuradas para tornar uma história atraente.
Editora Contexto, 2004.
O primeiro capítulo, O Uso das HQs no Ensino, faz uma síntese do trajeto das HQs na sala de aula, de terríveis vilãs na década de 1960 até hoje, quando são consideradas uma ferramenta excelente de aprendizado e uma linguagem rica e criativa.
Por que as HQs auxiliam no ensino?
• Os estudantes querem ler os quadrinhos
• Palavras e imagens, juntas, ensinam de forma mais eficiente
Um dos grandes quadrinistas do Brasil, Laerte disponibiliza em seu site muitas de suas tiras, com novidades todos os dias. Vale a pena conhecer seu humor e talento, além de personagens como os Piratas do Tietê, Gato e Gata, o estranho herói Overman entre outros.
Mantido pelo professor de comunicação e linguística Paulo Ramos, o blog contém muitas notícias do mundo dos quadrinhos, além de entrevistas com cartunistas, dicas, resenhas e claro, muitas charges e quadrinhos de diversos autores, com destaque para os brasileiros.
França, 2002.
Adaptação de uma famosa história em quadrinhos francesa, da dupla René Goscinny e Albert Uderzo. O filme conta a história de Cleópatra, a rainha do Egito, que, depois de apostar com César que poderia construir um palácio em apenas três meses, precisa chamar Asterix e Obelix para ajudá-la a concluir o projeto a tempo.
Tradução: Helcio de Carvalho e Marisa do Nascimento Paro. Editora M. Books, 2005.
Este livro traz muita coisa sobre o processo de leitura e produção de HQ e é totalmente feito em quadrinhos!
“Inteligentemente disfarçado numa história em quadrinhos fácil de ler, o livro de McCloud desvenda a linguagem secreta dos quadrinhos e revela os segredos do Tempo, Espaço, Arte e do Cosmo. É a história em quadrinhos mais inteligente que já vi. Bravo.” (Art Spielgelman, na contracapa da edição de 2005.)

