Site dos aficionados de Sherlock Holmes. Traz muitas informações sobre sir Conan Doyle, o criador de um dos detetives mais famosos da literatura policial, bibliografia, fórum, diversos temas relacionados, até mesmo alguns segredos do cânone. O número de vezes em que o dr. Watson foi casado, por exemplo, é um dos objetos de maior especulação sobre sua vida.
Trata-se de um blog temático coletivo sobre a escritora inglesa Agatha Christie, sua obra: informações, resenhas, notícias, curiosidades. Os posts são redigidos em português (do Brasil) e qualquer pessoa pode escrever nele. O primeiro comentário de um leitor é moderado automaticamente pelo sistema WordPress, mas, depois que é liberado, pode voltar a comentar livremente em qualquer post, sem moderação.
Editora Ediouro, 2002.
Uma grande seleção de histórias enigmáticas que abrange um período de 3 mil anos de literatura feita sobre o tema. Desde os gregos até as narrativas mais modernas, o crime tem sido representado de diversas maneiras e é solucionado (ou não) por personagens astutos, que se tornaram referência para este tipo de história, como Sherlock Holmes, Poirot e Miss Marple.
Flávio Moreira da Costa faz ainda uma coleta de contos policiais de autores brasileiros conhecidos, como Rubem Fonseca, Marcos Rey e Monteiro Lobato, e outros não tão famosos mas certamente grandes escritores do gênero, como Luiz Lopes Coelho, Marçal Aquino, Medeiros e Albuquerque e Mafra Carbonieri.
Tradução: Giorgio Cappelli. Editora Gente, 2007.
“Como isso aconteceu? Golpe fatal? Culpado ou inocente? Assassinato? Essas são perguntas às quais só você poderá dar as respostas. Coisas estranhas acontecem e a suspeita cai sobre todos. É necessário descobrir rapidamente os enigmas que permeiam esses casos…”. Nesse texto da contracapa do livro temos uma boa ideia de como são as narrativas desse livro. São textos curtos que exigem atenção aos detalhes e inteligência para reordenar as peças do crime.
Aproveite para elaborar atividades com os alunos para verificar se eles imaginam versões diferentes para solucionar o caso, antes de consultar as respostas ao final do livro. É possível promover um debate e até (caso os alunos se empolguem) uma encenação de peça jurídica. É um tema envolvente que costuma interessar muito aos alunos.
Editora FTD, 2001.
Quem é o criminoso e que motivo teria para cometer o crime? Com atividades de leitura, escrita e análise linguística pretende-se que o aluno descubra o prazer da leitura com esse tipo de literatura e, ao mesmo tempo, amplie seu universo de produção textual. No final do livro o leitor encontra questões sobre o texto.
O site apresenta verbetes sobre autores e personagens importantes da literatura brasileira, com biografia, cronologia, relação de obras traduções, bibliografia, depoimentos do autor e uma seleção de suas obras representativas. Traz também informações sobre a vida literária atual, sobre estilos de época, sobre obras já publicadas, além de vídeos com palestras de nossos grandes escritores. Vale a visita!
Editora Scipione, 1993.
O objetivo desse livro é suprir a necessidade de conhecer melhor esse tema específico de literatura, trazendo informações básicas, devidamente explicadas e interpretadas. O volume traz um estudo abrangente sobre esse gênero literário, falando sobre as origens históricas, a teoria e incluindo exercícios de leitura.
Editora Ática, 2008.
“Ao aceitar o desafio de escrever o primeiro livro totalmente dedicado à crônica, o autor resgata a importância desse gênero narrativo, equivocadamente considerado “menor” pela crítica literária. Após definir o gênero e pontuar suas características enquanto estrutura de narração, estabelece uma metodologia de análise. Para tanto, remete o leitor aos mais representativos escritores-cronistas: Rubem Braga, Fernando Sabino, Stanislaw Ponte Preta, Lourenço Diaféria, Paulo Mendes Campos, Carlos Heitor Cony e Carlos Drummond de Andrade.”
Contracapa do livro.
Editora Objetiva, 2005.
“A crônica não quer abafar ninguém, só quer mostrar que faz literatura também. Textos feitos para o momento e que, pela qualidade, vão ficar para sempre. Eis o breque deste livro. As cem crônicas e os 62 autores que tornaram um gênero, chamado ora de menor, ora de literatura de bermuda, numa sucessão interminável de grandes clássicos e de referência de bons momentos em nossa língua. Ela não discursa, não tem empáfia nem o compromisso de informar o que está acontecendo. Está no jornal, mas não ocupa espaço de notícia. Abusa da liberdade e quer distância da solenidade. Está no detalhe, no mínimo, no escondido, nas banalidades, na descontração do cotidiano.“
Joaquim Ferreira dos Santos. Introdução do livro.
Por meio da ferramenta de busca deste site, podemos encontrar muitos artigos e estudos que debatem a presença dos estrangeirismos em nossa língua e o papel das novas tecnologias neste processo.

