
Flávia Savary – Ilustrações: Tati Móes. Editora Salesiana, 2007.
A contracapa do livro traz: “Antes de entrar na mata, convém procurar um guia. Do contrário, a gente acaba se perdendo! Mesmo em florestas de fábula, onde podemos nos aventurar sozinhos, vale a pena conhecer pistas que nos ajudem a melhor curtir o passeio. E o passeio que propomos é a leitura do livro que está em suas mãos”.
Flik é uma formiga criativa que, em nome de todos os insetos oprimidos, precisa contratar guerreiros para defender sua colônia de um bando de gafanhotos liderado por Hopper. Mas logo descobrem que o exército de insetos é na verdade um fracassado grupo de atores de um circo de pulgas, e o cenário está armado para diversas confusões.
Tradução: Lucia Tulchinski. Ilustrações: Salmo Dansa. Editora Scipione, 2006.
Cada um deve valorizar os seus próprios dons. O que serve para uma pessoa pode não funcionar para outra. O céu ajuda a quem se ajuda. Quem trabalha garante o seu futuro. Esses e outros ensinamentos aparecem…
Editora Record, 2003.
Um dos jeitos mais antigos de ensinar e contar histórias são as fábulas: narrativas curtas, destinadas a ilustrar um preceito ou moral. O próprio autor comenta na capa do livro: “Muito tempo antes de o homem se organizar em estados, já existiam lobos ferozes proibindo carneiros de beber sua água”. As fábulas de Millôr se utilizam do mesmo formato e dos recursos do gênero, com uma moral humorística e crítica. O próprio autor ilustra suas histórias.
Editora Globo, 2009.
Edição ampliada de Fábulas de Narizinho, o livro Fábulas, de Monteiro Lobato, saiu pela primeira vez em 1922. Nele, o autor reconta muitas das fábulas de Esopo e La Fontaine e publica algumas de sua própria autoria. As histórias só narradas por Dona Benta e sempre estão acompanhadas de perguntas e críticas da turma do Sítio do Picapau Amarelo. Inclusive da Emília, a bonequinha que tira de uma dessas narrativas a ideia de, um dia, reformar a natureza.