
Editora Casa da Palavra, 2003.
Entre as décadas de 1930 e 1960, um programa de rádio fez muito sucesso no Brasil. Era o PRK-30, em que dois atores se revezavam apresentando grandes nomes da música e interpretando personagens. Agora o programa virou livro e seus leitores têm a possibilidade de conferir e aprender uma linguagem diferente daquela que encontramos com frequência: a linguagem de rádio!
Apresentação e seleção: Ana Maria Machado. Editora Objetiva, 2001.
Antes de começar a escrever, o autor Luis Fernando Verissimo só pensava em tocar saxofone. Hoje, é um dos cronistas brasileiros mais respeitados e mostra nos seus textos como sabe brincar com as letras e as palavras. Cheias de humor, suas crônicas resgatam memórias, falam de temas da nossa rotina, criam fábulas e, principalmente, trazem para o leitor o grande prazer da leitura!
Editora Negócio BB, 2003.
Há quem defenda que o humor é uma válvula de escape para as angústias cotidianas e nos coloca criticamente frente à realidade, preservando o aspecto lúdico. O publicitário Washington Olivetto até já afirmou: “Em tempos difíceis, o humor cresce e se torna quase que um serviço de utilidade pública”. Com esse pensamento, o autor Alfredo Fedrizzi organizou um livro que falasse de propaganda de humor. O livro procura mostrar, com entrevistas, artigos, crônicas e pesquisas acadêmicas, o significado do humor para a propaganda hoje e, consequentemente, para a vida de todas as pessoas.
Editora Record, 2003.
Um dos jeitos mais antigos de ensinar e contar histórias são as fábulas: narrativas curtas, destinadas a ilustrar um preceito ou moral. O próprio autor comenta na capa do livro: “Muito tempo antes de o homem se organizar em estados, já existiam lobos ferozes proibindo carneiros de beber sua água”. As fábulas de Millôr se utilizam do mesmo formato e dos recursos do gênero, com uma moral humorística e crítica. O próprio autor ilustra suas histórias.