
Editora Anita Garibaldi, 2006.
O livro traz textos que foram publicados na seção Hip Hop a lápis, do site Vermelho. Depois que a primeira edição (2 mil cópias), foi vendida rapidamente em 2005 e até indicada para um prêmio literário, uma editora quis negociar um acordo para a publicação das edições seguintes. “Nunca tínhamos visto a nossa história ser narrada em um livro, e no início as editoras não nos levaram a sério”, conta Toni C., um dos editores e autores. “Os livros sempre foram usados como uma arma contra nós, e as pessoas não sabiam que existia algo como a literatura hip hop. Agora elas sabem”.
Adaptação: Marco Haurélio. Ilustrações: Klévisson Viana. Editora Nova Alexandria, 2009.
Esse cordel é uma adaptação feita pelo poeta Marco Haurélio da comédia de William Shakespeare. Num texto engraçado, a história de Petrúquio e Catarina, que já foi levada para o cinema e a TV, mistura o Nordeste com a Itália renascentista.
Editora Martins Fontes, 2008.
Tradução: Rogério Bettoni
Neste livro, abrangente e atualizado, o autor reuniu mais de 2 mil imagens de 180 artistas grafiteiros internacionais, além de depoimentos dos próprios artistas. Abrange 35 anos de produção de grafite. O que temos em mãos é um panorama geral da história do grafite e das tendências do que é produzido atualmente, quais são os estilos, quais as influências e quem foi o pioneiro de um certo estilo de grafite.
Editora Brasiliense, 1999.
Presente nos centros urbanos como forma de expressão artística e humana, em muros, paredes, postes, calçadas, viadutos, o grafite (do italiano graffiti) está também associado a diferentes movimentos e tribos urbanas “Talvez um dia os centros urbanos venham a ser uma grande galeria de arte a céu aberto”, vislumbra o autor.
Este é um livro introdutório sobre o tema do grafite. Aqui você encontra muitas indicações caso queira se aprofundar no assunto.
Editora do Bispo, 2005.
Organizaçãor: Boleta. Fotografia: João Wainer
Desde a Antiguidade, a pichação é utilizada pelas pessoas como uma forma de manifestar opiniões e demarcar territórios. No livro, escrito por um pichador, é possível conhecer um pouco mais sobre o que se passa nesse universo dentro da cidade de São Paulo e ver muitas fotos.
Editora Casa da Palavra, 2003.
Entre as décadas de 1930 e 1960, um programa de rádio fez muito sucesso no Brasil. Era o PRK-30, em que dois atores se revezavam apresentando grandes nomes da música e interpretando personagens. Agora o programa virou livro e seus leitores têm a possibilidade de conferir e aprender uma linguagem diferente daquela que encontramos com frequência: a linguagem de rádio!
Editora Jorge Zahar, 2001. (2a edição de 2003)
Esse livro, de Daniel Filho, conta como são feitos os programas de TV, quem são os profissionais envolvidos, o que fazem, o que é um trabalho de equipe e como funciona a televisão “por dentro”. Além de trazer segredos e curiosidades da televisão brasileira, o que todo mundo quer saber, há também um capítulo dedicado a Janete Clair, uma das maiores autoras de telenovelas. É um livro para estudantes, curiosos, fãs e público em geral.
Apresentação e seleção: Ana Maria Machado. Editora Objetiva, 2001.
Antes de começar a escrever, o autor Luis Fernando Verissimo só pensava em tocar saxofone. Hoje, é um dos cronistas brasileiros mais respeitados e mostra nos seus textos como sabe brincar com as letras e as palavras. Cheias de humor, suas crônicas resgatam memórias, falam de temas da nossa rotina, criam fábulas e, principalmente, trazem para o leitor o grande prazer da leitura!
Editora Record, 2001.
Rubem Braga publica seus textos desde os 15 anos de idade, quando ainda era estudante e entrou para o jornal Diário da Tarde. Tornou-se um dos maiores escritores do Brasil com seu jeito de transformar textos jornalísticos em crônica com muito talento. Este livro nos dá a oportunidade de conferir de perto, por meio de 28 crônicas do escritor, sua maneira de retratar com clareza o complexo cotidiano do país.
Editora Larousse do Brasil, 2006.
Júlio Verne conseguiu “antever” muitos avanços científicos: o submarino, a televisão, viagens espaciais. Por isso recebeu o título de criador da ficção científica. Ele nunca saiu da França, mas seus relatos são das mais distantes regiões do planeta. Este livro, escrito em 1870, conta as aventuras do capitão Nemo a bordo do submarino Náutilo. Há muitos outros livros do autor que o aluno pode apreciar: Viagem ao centro da Terra (parte dele analisado no capítulo Aventura, do 7º ano), As índias negras, Cinco semanas em um balão.