
Com gravuras, publicações e notícias, o site conta toda a trajetória da literatura de cordel e como ela chegou ao Brasil. Marcada pelo improviso e pela poesia popular, essa classe literária se encontra bem retratada pela ABLC aqui.
Neste espaço, encontramos muitas informações a respeito do cenário do rap nacional, incluindo shows, lançamento de discos e DVDs. Há muitas entrevistas e históricos de grupos ainda não muito conhecidos, de muitos estados do Brasil.
Outra dica é visitar o site radiorap e ouvir coletâneas de raps nacionais disponíveis de diversos grupos.
Saudosa maloca com os Demônios da Garoa nos sambas de Adoniran Barbosa, Odeon, 1955.
Retratando a linguagem popular paulistana em suas músicas, Adoniran conta em Saudosa Maloca a história de três amigos que tiveram a casa que lhes servia de abrigo demolida para a construção de um prédio. A canção trata da saudade que eles sentem, tempos depois, da época vivida na maloca.
História musical de Noel Rosa, Nilser, 1963.
Na década de 1930, Noel se apaixonou por uma moça chamada Josefina. Um dia, ao encontrá-la perto de uma fábrica de tecidos, o compositor deduz que sua amada é funcionária do lugar e passa a ficar de plantão na porta da fábrica apenas para ver Josefina. A música foi feita para ela e fala dessa espera aflita de um homem apaixonado.
Cooperifa, 2006.
Nesse disco estão 26 poetas que se apresentavam frequentemente, em 2006, nos saraus de quarta-feira organizados pela Cooperifa, um movimento de poetas que se reúnem para declamar seus versos na periferia da zona sul da cidade de São Paulo. Nesses saraus reúnem-se professores, estudantes, operários, músicos, feirantes, taxistas, rappers, babás, funileiros. Tão diversos quanto seus autores, os poemas do disco trazem todo tipo de métrica, cadência e tema. Há tanto a melancolia de Binho em “Campo Limpo Taboão” (“Já não caibo dentro de mim/ E, de tão solitário,/ Sou meu próprio vizinho”) quanto a combatividade de Marcelo Veronese em “Ratos, Ratos, Ratos” (“Se você já matou um/ Sabe o que significa essa palavra [...] Chuva também chove ratos/ Sua casa, cimento ou mato”).
Tradução: Cláudia Schilling. Editora Nova Alexandria, 1995.
John Winston Lennon foi assassinado por um fã perturbado em frente ao prédio em que morava, em Nova York, quando tinha 40 anos. O integrante dos Beatles, banda inglesa de muito sucesso nos anos 50 e 60, desde cedo mostrava interesse pela música e por escrever. Aos 18 anos, sua mãe, Julia Lennon, morreu. Mais tarde ele escreveria duas músicas em sua homenagem (“Julia” e “Mother and my mummy is dead”). Este livro trata de um período pouco conhecido do músico, a adolescência: os anos de formação e os momentos em que a música e os ideais de paz, liberdade e justiça se incorporam à sua personalidade.
Intéprete: Cássia Eller
Acústico MTV Cássia Eller, 2001.
O que você faria se, de repente, ouvisse no rádio a sua carta de amor musicada por uma outra pessoa?
Mas esse cara tem a língua solta
A minha carta ele musicou
Tava em casa, a vitamina pronta
Ouvi no rádio a minha carta de amor
Dizendo “eu caso contente,
papel passado, presente
desembrulhado, vestido,
eu volto logo me espera
Não brigue nunca comigo
eu quero ver nossos filhos
O professor me ensinou
a fazer uma carta de amor”.
Divertidas versões de canções conhecidas, as chamadas paródias podem ser ouvidas nesse site. São sátiras bem-humoradas de celebridades, cantores e fatos recentes da política, da música e dos esportes. Você pode se inspirar e criar suas próprias paródias, com o tema que quiser.
Grandes pesquisadores da música oferecem nesse site muitas informações sobre artistas brasileiros, como biografia e discografia. Há textos contando como surgiram e se desenvolveram diversos ritmos musicais no Brasil, como o forró, o maracatu, a música caipira ou o punk rock. É ainda possível ouvir um trecho de muitas músicas de grupos e artistas. Música brasileira é o que não falta por aqui!