
Editora Publifolha, 2005.
A autora é considerada uma excelente repórter pelos profissionais do meio. Neste livro, ela escolheu 11 reportagens publicadas nas duas últimas décadas para contar como elas surgiram, o processo de elaboração e algumas consequências de cada uma delas. É um exercício de grande serventia para os colegas dela de profissão, para os leitores e, especialmente, para estudantes.
Uma das lições que o livro ensina é a demonstração da enorme importância da atitude metódica na busca de informações, por meio de rotinas geralmente aborrecidas, como a consulta cotidiana ao Diário Oficial da União. E trata também de importantes temas éticos. Por exemplo: é legítimo para o repórter usar identidade falsa para obter informações? Ela agiu assim algumas vezes. “Quando a situação exige, digamos assim, instrumentos pouco ortodoxos de apuração, tomo minha decisão baseada nos seguintes quesitos: o assunto é de interesse público? É jornalisticamente relevante? A sociedade ganhará com a revelação desse fato?”, argumenta ela.
Editora Publifolha, 2006.
Este livro traz orientações gerais sobre a profissão e apresenta três jornalistas de renome que falam sobre suas carreiras e da profissão. Igor Gielow, Ricardo Feltrin e Roberto Gambini alertam para que os jornalistas não se achem superiores à notícia, afirmam que a internet é o futuro e falam sobre a importância das reportagens na formação do jornalista.
Editora Scritta, 1996.
A arte da reportagem reúne alguns dos melhores momentos do jornalismo. São textos de estilos variados, produzidos em épocas e países diferentes: 54 reportagens escritas por jornalistas que fizeram carreira ou dela rumaram para a literatura, como os escritores Charles Dickens, Jack London e Carlos Fuentes. De trabalhos de grandes repórteres brasileiros, o livro destaca reportagens de Euclides da Cunha, Carlos Azevedo, Caco Barcelos, José Hamilton Ribeiro e outros.